Zona de conforto

Jan 28, 2015

a.jpg

 

Mas afinal o que delimita a nossa zona de conforto? Será que as fronteiras somos nós que as criamos de forma propositada? Será um jogo aleatório da vida a impô-las?

A nossa zona de conforto torna-se pequena porque o medo, as inseguranças, as experiências negativas, a educação, as frustrações, as convicções limitadoras, os juízos de valor, os traumas, deixam marcas profundas em nós. Todos os acontecimentos e emoções sentidas geram memórias que condicionam a forma como vemos a vida e agimos perante as circunstâncias. Deixam marcas que funcionam como barreiras invisíveis mas que condicionam muitas vezes as decisões que tomamos na vida.

A zona de conforto é uma cúpula invisível que acreditamos proteger-nos mas, na maioria dos casos, é mais uma cela com a função de nos limitar e constranger. Uma série de conexões inusitadas surgem na nossa mente que nos fazem recordar e sentir o que poderá acontecer quando nos atrevemos a pensar ir um pouco mais além. É como uma cerca eletrificada que nos causa uma imensa ansiedade só de imaginar transpô-la. No entanto, a ideia de a transpor é imensamente atrativa e aliciante. Mas porquê? Porque na verdade sabemos que o melhor da vida acontece fora da nossa zona de conforto…

 



Categoria: Nós & a Família

Ana Raquel Veloso

user_avatar

Licenciada Comunicação
Pratictioner Program. Neurolinguística
Pós-Graduada Neuropsicologia Clínica


Por favor adicione um comentário

Deixe uma resposta



(O seu email não será exibido publicamente.)


Código Captcha

Clique na imagem para ver outro captcha.